Boletim Semanal nº 360


SÓCIOS DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA CEARENSE A PARTIR DE AGORA CONTAM COM SEGURO DE VIDA

A partir de agora, os nossos associados estão assegurados, com o seguro mais completo do Brasil. A Associação Médica Cearense e a Mongeral fecharam uma parceria que só traz benefícios aos associados da AMC, agora você está protegido em caso de morte acidental, invalidez permanente total ou parcial por acidente. Tudo isso sem nenhum custo adicional, bastando apenas estar adimplente com a Associação Médica Cearense.


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XXXI Outubro Médico e Congresso Jornal do Médico

O Congresso Jornal do Médico® é uma realização dos editores do Jornal do Médico® com a chancela da Associação Médica Cearense, e que será realizado juntamente com XXXI Outubro Médico.


O evento será em comemoração aos 15 anos de fundação do Jornal do Médico® que juntamente com a Associação Médica Cearense (AMC), anunciam a união do XXXI Congresso Outubro Médico ao I Congresso Jornal do Médico®. Um momento marcante para a medicina e para a região do Cariri. Os eventos serão realizados nos dias 24 a 26 de outubro de 2019, no Centro de Convenções do Cariri, sendo presidido cientificamente pelo renomado professor e neurocirurgião Dr. João Ananias Machado Filho.


O Congresso irá promover debates científicos e temas relacionados à atuação do profissional de saúde. Durante a programação serão realizados painéis, mesas redondas e conferências. Com a participação de renomados profissionais abordando o tema principal “Medicina, Direito, Saúde, Tecnologia, Inovação, Empreendedorismo e Gestão.”



Conhecendo o site da AMC

A Associação Médica Cearense conta com um site reformulado, onde apresenta a agenda mensal de eventos, clube de vantagens e muito mais. Você pode conferir clicando aqui para ser redirecionado a página e ter acesso aos principais eventos da comunidade médica e clicando aqui você pode conferir todas as vantagens que o sócio da AMC tem.




Posicionamento Da Associação Médica Cearense Sobre a Abertura De Novas Faculdades de Medicina

O Brasil com suas 339 faculdades de medicina é, em números absolutos, o segundo país do mundo em número de escolas médicas. O primeiro é a índia com 392, porém nós temos 208 milhões de habitantes enquanto a índia mais de 1 bilhão, o que faz do Brasil o campeão mundial em escolas médicas por milhão de habitantes, 1,5. Na Índia esse índice é de 0,3 ou seja o Brasil tem 5 vezes mais escolas médicas do que a Índia por milhão de habitantes. O número de formandos por ano já é de quase 35 mil. Temos no país atualmente cerca de 450 mil médicos e com o número atual de egressos a estimativa é que em 40 anos o Brasil terá o incrível número de 1,5 milhão de médicos, número maior que o de técnicos de enfermagem existentes hoje no país. A abertura desenfreada de escolas médicas nos últimos anos (30% das novas faculdades foram criadas a partir de 2013) vem causando preocupação as entidades médicas.


O número de mestres e doutores para ensinar em tais escolas não cresce na mesma proporção bem como a infra-estrutura, tais como número de leitos e laboratórios. A qualidade dos médicos formados em faculdades sem condições adequadas coloca em risco a saúde da população. O conselho regional de medicina do Estado de São Paulo faz anualmente um exame para egressos de medicina daquele Estado e os resultados são péssimos. Em 12 de 13 edições os participantes acertaram menos de 50% das questões. Em 2018, após forte mobilização da Associação Médica Brasileira (AMB), o MEC decretou uma moratória de 5 anos para abertura de novas escolas médicas. Há movimentos no congresso nacional para rever esta medida e continuar o descalabro aumento de escolas médicas. A pressão é grande e revela os múltiplos interesses envolvidos, principalmente econômico e político.


Ao contrário de rever a moratória o que deveria ser feito era uma auditoria nas faculdades já existentes, fechar as que não tenham condições e dar prazo para readequação de outras e ranquear as escolas para que os alunos saibam de antemão a qualidade dos estabelecimentos de ensino que estão pagando caro para frequentar.




Orçamento 2020 da saúde depende de emendas para chegar ao valor mínimo

O governo federal conta com recursos que dependem do aval do Congresso para aplicar o mínimo constitucionalmente na saúde em 2020, informou a Folha de S.Paulo nesta segunda-feira (23). O projeto de Orçamento do próximo ano reservou R$ 122,9 bilhões para ações e serviços públicos de saúde, conhecidos como ASPS. Nesse total, estão previstos R$ 8,1 bilhões de emendas parlamentares — dinheiro que deputados e senadores destinam a suas bases eleitorais. Sem essa parcela, os gastos com saúde em 2020 não alcançam o mínimo a ser aplicado na área, estimado em R$ 121,2 bilhões pela consultoria de Orçamento da Câmara. Na prática, para cumprir o piso constitucional o governo precisará negociar com o Congresso a liberação das emendas, pois não há uma regra que obrigue os parlamentares a transferirem o valor à saúde. Dos R$ 8,1 bilhões, R$ 3,3 bilhões são referentes a emendas das bancadas. A alocação desses recursos é decidida por parlamentares de cada estado e também não há uma cota reservada para saúde, como acontece com as emendas individuais. O piso previsto na Constituição parte da concepção de que a saúde é direito de todo cidadão e é dever do Estado. Desde 2018, esse mínimo é calculado com base no valor aplicado no ano anterior, corrigido pela inflação do período. Para o economista Francisco Funcia, da comissão intersetorial de orçamento e financiamento do CNS (Conselho Nacional de Saúde), a limitação, estipulada por emenda constitucional, provoca uma redução do financiamento da saúde. Para compra e a distribuição de vacinas, houve redução de quase R$ 400 milhões nos valores para o próximo ano, de R$ 5,3 bilhões para R$ 4,9 bilhões. Desse total, R$ 1,44 bilhão viriam via crédito suplementar, sujeito à aprovação do Congresso. Outras ações também estão com o orçamento integral condicionado ao aval do Congresso. Dos R$ 13,5 milhões do orçamento para o funcionamento do Conselho Nacional de Saúde, R$ 3,9 milhões estão travados. O fortalecimento do sistema nacional de vigilância em saúde tem R$ 81,24 milhões dos R$ 288,5 milhões dependentes do Congresso. Parlamentares já se mobilizam para tentar direcionar recursos via emendas. Presidente da Frente Parlamentar da Saúde, a deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) disse que vai tentar destinar o dinheiro principalmente para o atendimento básico e procedimentos de média e alta complexidade. Para 2019, Zanotto conseguiu que emendas de Santa Catarina fossem para saúde. Ela reconhece, no entanto, que atualmente há pressão para que o dinheiro seja usado em obras de infraestrutura, como rodovias. Mesmo com a previsão de R$ 8,1 bilhões de emendas parlamentares, o Orçamento de 2020 para a saúde tem a menor margem (R$ 1,7 bilhão) em relação ao piso constitucional desde 2014, quando foram gastos R$ 300 milhões acima do mínimo.


Fonte: Folha de S.Paulo




Audiência pública debate o Programa Mais Médicos

Foi realizada, nesta terça-feira (24), audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A audiência, solicitada e presidida pela senadora Zenaide Maia (Pros-RN), teve o propósito de subsidiar a avaliação que a CDH fará do Mais Médicos. O programa foi a política pública escolhida pelos senadores da comissão para ser avaliada neste ano.

Associação Médica Brasileira O presidente da Associação Médica Brasileira, Lincoln Lopes Ferreira, expôs sua crítica ao programa. Para ele, o Mais Médicos ataca as consequências e não as causas da má distribuição de médicos no país. De acordo com Lincoln, o SUS é um avanço, mas o financiamento é baixo e o Programa Mais Médicos, além de ser provisório, alocou a maioria dos profissionais em capitais, não resolvendo o problema das péssimas condições de trabalho nos municípios do interior e das fronteiras.

“A saúde brasileira precisa ser tratada voltando-se para as questões das causas e não das consequências. As causas abordam as perguntas: Por que o médico não vai para as regiões remotas, quilombos ou municípios pequenos? A distribuição dos médicos no Brasil acompanha o que existe nos demais países do mundo, inclusive como ocorre no Canadá, na Inglaterra e na Rússia, e onde tem população, existe médico”, completou.

Ressaltou que a medicina é intrinsecamente complexa de curto e médio prazo e exige recursos para que seja feita. Um profissional médico se forma em 6 anos e há mais 4 anos de especialização em custos que chegam perto de 1 milhão de reais, ou seja, o país investe caro para formar um médico. “Sendo o médico mal formado custa muito mais caro, porque não dá diagnóstico, permite mortes evitáveis, permite sequelas e gasta muito em exames para tentar compensar a falta de conteúdo que não foi oferecido”.

Lincoln disse que se optou por ouvir o clamor popular por uma saúde decente, mas sem discutir as causas. Dessa forma, 7.400 mil vagas regulares de médicos deixaram de existir e foram trocadas por intercambistas. “Estes profissionais vieram ao Brasil e foram fixados à revelia sem o direito de deslocamento e relacionamento livre, um atentado à Constituição Federal. Além disso, a contratação e a condução se deram em caráter precário”, enfatizou.

Finalizou dizendo que o programa não deixa nenhuma saudade e há, ainda, a questão humanitária dos remanescentes. Segundo Lincoln, é necessário levar em consideração o esforço de uma nova geração de médicos brasileiros que estão nas faculdades se esforçando e que são também tão humanos como quem permaneceu. “Precisa dar para essas pessoas dignidade, a mesma dignidade que é dada para o médico brasileiro”.

Link de transmissão da audiência pública.



Governo lança campanha antidepressão, mas acesso a remédio e consulta é limitado

Setembro amarelo caminha para o fim e com ele logo desaparecerão da agenda pública os temas depressão e suicídio. Antes que comece o outubro rosa, e a enxurrada de notícias chamando atenção para o câncer de mama, é bom reforçar o tamanho do buraco que envolve a saúde mental no país, destacou a colunista Cláudia Collucci da Folha de S.Paulo, nesta terça-feira (24). Há uma semana, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e a ministra Damares Alves (Mulher, Família e dos Direitos Humanos) lançaram campanha de valorização da vida e combate à depressão, que reforçou a necessidade de a pessoa ficar atenta aos sintomas da depressão e de buscar ajuda. "Ajuda aonde? Embora o SUS tenha a previsão de uma assistência integral às pessoas com transtornos mentais, por meio dos Caps (Centros de Atenção Psicossocial) e dos Raps (Rede de Atenção Psicossocial), na vida real esses serviços estão superlotados, com profissionais em número insuficiente e um crônico desabastecimento de remédios", escreveu Cláudia Collucci. Apenas no caso da depressão, o salto na demanda impressiona. Entre 2015 e 2018, o SUS registrou aumento de 52% no atendimentos ambulatorial e de internação relacionados à depressão (de 79.654 para 121.341). Na faixa de 15 a 29 anos, o aumento foi de 115% no mesmo período (12.698 para 27.363). Ainda assim, há muita gente desassistida.


Recentemente, o Diário do Nordeste relatou o drama das pessoas que passavam a madrugada na fila para conseguir uma senha de atendimento na rede de saúde mental de Fortaleza (CE). Muitas voltavam para casa de mãos abanando porque as senhas do dia não são suficientes. Outras buscavam por medicamentos que há meses estavam em falta, como o antipsicótico quetiapina (200 mg). Cada caixa do remédio com 30 comprimidos custa R$ 340, e há pacientes que, sem condições de comprá-los, interrompem o tratamento. No Distrito Federal, neste ano houve falta dos antidepressivos Citalopram (20 mg) e Mirtazapina (30 mg). A sertralina estava em falta em Camboriú (SC) e Campinas (SP). E por aí vai. "Ou seja, são importantes campanhas preventivas na saúde mental, que orientem as pessoas a buscar ajuda e a romper com tabus e preconceitos. Porém, mais importante ainda é garantir a elas o acesso a esse cuidado", enfatizou a colunista.


Fonte: Folha de S.Paulo


O câncer como um problema de atenção primária

A Cobertura Universal de Saúde é o sistema mais justo que existe para garantir que todos os indivíduos e comunidades recebam os serviços de saúde necessários, sem que isso comprometa sua situação financeira. Apesar de não ser um sistema utilizado no mundo todo, tem se tornado pauta de muitas discussões entre líderes mundiais e ganhado força nos últimos face à iniquidade vigente atualmente. Em artigo no Blog de Fausto Macedo, do jornal O Estado de S.Paulo, Maira Caleffi destacou que o Brasil é um dos países que conta com um modelo de cobertura universal – saúde pública para todos, sem descriminações. "O Sistema Único de Saúde (SUS) é um importante alicerce à população, pois fornece acesso universal a este direito fundamental garantido pela Constituição de 1988. É preocupante porém, ver o aumento da demanda por atendimento em saúde pública e o sub financiamento do setor. Apesar de importantes serviços de saúde serem prestados, encontramos grande fragilidades na área de câncer que comprometem – e muito – a vida de pessoas", afirmou Maira.


Segundo ela, que é médica mastologista, presidente voluntária da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) e chefe do Serviço de Mastologia do Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre, o mais recente relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que pacientes podem esperar até 200 dias para conseguir o diagnóstico da doença no SUS. "São quase sete inaceitáveis meses de espera. Num período tão longo assim, o câncer se desenvolve e a pessoa acometida pela neoplasia vai perdendo suas chances de cura. As lacunas encontradas pelo TCU são as mais diversas e vão desde a demora no agendamento da primeira consulta com o especialista, até o acesso aos exames e biópsias, o atraso nos resultados, e o retorno ao médico para confirmar o diagnóstico. O percentual de pacientes que recebem a confirmação diagnóstica apenas quando o câncer já está em estágio avançado é preocupante e tem crescido nos últimos anos: em 2013, eram 53% e, neste ano, já são 56%. No Brasil, o câncer é ainda um tema tratado como de “alta complexidade”, ou seja, não faz parte das políticas públicas da atenção primária, no entanto, o câncer é a segunda principal causa de mortalidade no planeta e precisa, com urgência, se tornar um problema da Atenção Básica (ou Primária) de Saúde.


Não há país no mundo que esteja preparado para os impactos que a doença pode causar se continuarmos diagnosticando tardiamente – não somente em termos sociais, mas também econômicos – e é por isso que essa discussão precisa transpor quaisquer barreiras e fronteiras", enfatizou Maira Caleffi no artigo publicado nesta terça-feira (24).


Fonte: O Estado de S.Paulo




Procuradoria cobra explicações de Mandetta sobre redução de R$ 393 milhões para vacinas

De acordo com publicação desta terça-feira (24) do Blog de Fausto Macedo, do jornal O Estado de S.Paulo, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, pediu ao Ministério da Saúde explicações ao ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta explicações sobre a redução de R$ 393,7 milhões em valores previstos para a aquisição e distribuição de vacinas na proposta de lei orçamentária para o ano de 2020 enviada pelo governo federal ao Congresso. No ofício, a procuradora Débora Duprat ressalta que "o país atravessa um surto de sarampo, com incidências da doença em diversos estados brasileiros". Ela quer informações sobre o valor destinado na LDO em 2020 contendo "a especificação dos valores previstos para as ações e serviços de saúde". E ainda pede esclarecimentos sobre "os mecanismos que serão utilizados para manter a cobertura vacinal em níveis adequados, apesar da noticiada redução do valor destinado ao orçamento respectivo". Além de Duprat, o pedido é assinado por dez procuradores da República que integram o Grupo de Trabalho da PFDC sobre Direito à Saúde.


De acordo com o projeto, o governo pretende gastar cerca de R$ 4,9 bilhões no ano que vem com “aquisição e distribuição de imunobiológicos para prevenção e controle de doenças”. O valor é 7% menor do que o previsto para esse ano (R$ 5,3 bilhões). Do montante estimado para 2020, cerca de R$ 1,4 bilhão ainda terá liberação condicionada à aprovação legislativa extraordinária. O governo federal compra os imunizantes de laboratórios públicos e privados, a depender do tipo de vacina e da demanda.


Questionado, dia 17 de setembro, sobre a proposta de redução no valor destinado à compra de imunizantes, o Ministério da Saúde assegurou “que não faltarão recursos para a aquisição de vacinas” e destacou que o orçamento total da pasta será de R$ 134,8 bilhões. Esse montante é R$ 5,2 bilhões superior à proposta de 2019, o que, segundo o ministério, “demonstra, dentro de um projeto de austeridade fiscal, a prioridade para a área da saúde”. O órgão declarou ainda estar “ampliando as aquisições e recompondo os estoques com preços mais baixos dos que inicialmente estavam previstos”, o que justificaria um orçamento mais baixo para 2020.


Fonte: O Estado de S.Paulo




Integração de programas agiliza atendimento na área de saúde

Novos softwares de gestão, com funcionalidades mais abrangentes e capacidade de integração com outros programas, plataformas e aplicativos utilizados por clientes e fornecedores, imprimem maior agilidade no agendamento de cirurgias e nos processos de autorização para procedimentos clínicos, destacou o Valor Econômico nesta quarta-feira (25). Permitem também menos erros no lançamento de informações e maior segurança na própria administração do tratamento. É o caso do sistema Medt One, lançado pela MTM Tecnologia em 2018, para gestão de informações, que agiliza o agendamento de cirurgias eletivas.


Desenvolvido em parceria com a Magma Lab e em conjunto com cinco hospitais de Salvador (BA), a ferramenta já é utilizada pelo Hospital Santa Izabel, da Santa Casa de Misericórdia da Bahia, para resolver falhas de comunicação que resultavam em atraso na marcação de cirurgias. “Questionamentos do plano de saúde, por exemplo, eram enviados ao médico pelo hospital por e-mail, mas ele muitas vezes não via e demorava para responder”, diz Gustavo Perez, diretor executivo da MTM Tecnologia.


Com o sistema, a comunicação ficou mais rápida. A ferramenta conecta o hospital, o cirurgião e seus assistentes, que passam a ter acesso a todas as informações sobre o paciente e o procedimento, por meio do aplicativo no celular. Para Mônica Bezerra, diretora administrativa do Santa Izabel, o hospital, que realiza cerca de 1.300 procedimentos cirúrgicos por mês, com a tecnologia, o agendamento ficou mais rápido. O tempo para a realização da cirurgia foi reduzido em três dias e as despesas com telefone caíram 44%. Já a Benner criou um portal que promove a integração entre operadoras de planos de saúde e a rede credenciada de médicos, dentistas, hospitais, clínicas e laboratórios de análise diagnóstica. Hospedada em nuvem e dotada de inteligência artificial, a plataforma Benner Conecta torna mais ágil e eficiente a comunicação entre o plano de saúde e os prestadores de serviço para autorização e fechamento de pedidos e contas médicas.


Duas soluções da Salesforce, adquiridas pelo o Hospital 9 de Julho, de São Paulo, permitem centralizar as informações sobre os pacientes e seu histórico de cuidados e preferências, conectar médicos, enfermeiros e cuidadores, para que tenham acesso às mesmas informações sobre os pacientes por meio de dispositivos móveis e promover o engajamento digital com seu público.


Fonte: Valor Econômico





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