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    Boletim Semanal nº 359

    Acesso universal à radioterapia

    O câncer do colo do útero é uma doença de características únicas por acometer somente as mulheres e em diferentes fases de suas vidas, de jovens adultas até idosas. O impacto de uma doença extropola a vida da paciente, acometendo também seu núcleo familiar, seus relacionamentos, seu trabalho e até a saúde financeira do país. Embora o câncer do colo do útero seja altamente tratável em suas diversas apresentações, essa doença continua sendo devastadora, especialmente nos países em desenvolvimento. No Brasil, segundo estimativas do Ministério da Saúde para 2018, os casos novos somam mais de 16 mil, e a doença será responsável por mais de 5,5 mil mortes. Como um fator agravante, a maioria desses cânceres ocorrem em mulheres de baixa classe socioeconômica que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, políticas eficazes de saúde pública que viabilizam o diagnóstico e o tratamento precoces são essenciais. Segundo o artigo de Fabio Y. Moraes publicado na página do Correio Braziliense nesta segunda-feira (16), nos últimos anos, grande atenção tem sido dada à política de prevenção e vacinação contra o câncer do colo do útero.

    Programas de grande importância e com potencial de gerar benefícios a longo prazo, essas iniciativas irão ajudar muitas mulheres a não desenvolverem a doença. No entanto, para as que já foram diagnosticadas, a atual falta de acesso a tratamentos, como radioterapia e quimioterapia, é catastrófica. Nesse cenário, é primordial enfatizar a necessidade de expansão ao acesso imediato a tratamentos eficazes aos pacientes com câncer. No contexto do manejo do câncer do colo do útero, a radioterapia isolada ou associada à quimioterapia é essencial para o tratamento ou a cura. Uma renomada revista inglesa especializada em Oncologia, a Clinical Oncology, publicou, em agosto de 2019, um estudo conduzido por médicos brasileiros que estimou, a partir de dados nacionais do ano de 2016, o potencial número de anos de vida perdidos e o desastre financeiro associado à falta de acesso ao tratamento, no âmbito da saúde pública brasileira. O estudo indicou que o número médio de anos de vida perdido por mulher com câncer do colo do útero em 2016 devido à falta de acesso ao tratamento é de 20,5 anos. Isso significa que todas essas mulheres brasileiras, que não tiveram acesso ao tratamento no ano de 2016, perdem, no decorrer da vida, 27 mil anos de vida por falta de acesso à radioterapia e 31 mil anos de vida por falta de acesso à radioterapia associada à quimioterapia.

    O estudo também revelou que o custo anual para cobrir as despesas médicas com radioterapia é de U$ 10 milhões, com um custo adicional de U$ 3 milhões quando associada à quimioterapia. Nesse cenário, o custo de uma vida salva com radioterapia isolada é de aproximadamente U$ 8 mil, e de U$ 9 mil com radioterapia associada à quimioterapia. São valores considerados muito baixos de acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).


    Fonte: Correio Braziliense



    Projeto estabelece a utilização de sistemas de verificação biométrica para controle de acesso a prontuários médicos

    O Deputado Bibo Nunes (PSL-RS) apresentou, na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 4901/2019, que dispõe sobre a utilização de sistemas de verificação biométrica e dá outras providências.

    A proposição prevê “a utilização de sistemas de verificação biométrica, com intuito de reforçar a segurança para além dos meios tradicionais de identificação, bem como a segurança das informações biométricas”.

    Segundo o autor, a “identificação biométrica é o método pelo qual se processa de forma informatizada, a autenticação da identidade de um indivíduo através de medidas associadas às suas características físicas, tais como as digitais, a retina ou a íris dos olhos. Assim, os sistemas biométricos fazem a leitura de uma ou mais dessas características físicas e a armazenam em um banco de dados”. E ressalta que “os sistemas biométricos podem ser usados por exemplo, para controlar o acesso a contas correntes, prontuários médicos, informações fiscais, e até mesmo para o acesso a locais de trabalho, automóveis, computadores, residências, entre outros”.


    A matéria aguarda apreciação do Presidente da Câmara dos Deputados.

    Documento: - PL 4901/2019



    Ministério da Saúde quer reduzir em mais de R$ 393 mi gastos com vacinas

    Em meio a um surto de sarampo e com a previsão de alta nos casos de febre amarela no próximo verão, o Ministério da Saúde deverá reduzir em R$ 393,7 milhões as despesas com compra e distribuição de vacinas em 2020, informou o jornal O Estado de S.Paulo, nesta terça-feira (17). A proposta de corte está no projeto de lei orçamentária enviado pelo Governo Federal ao Congresso no fim do mês de agosto. O documento, que detalha como a União pretende utilizar os recursos disponíveis no ano que vem, ainda precisa ser aprovado pelo Legislativo. De acordo com o projeto, o governo pretende gastar cerca de R$ 4,9 bilhões no ano que vem com "aquisição e distribuição de imunobiológicos para prevenção e controle de doenças". O valor é 7% menor do que o previsto para atualmente (R$ 5,3 bilhões).


    Do montante estimado para 2020, cerca de R$ 1,4 bilhão ainda terá liberação condicionada à aprovação legislativa extraordinária. O governo federal compra os imunizantes de laboratórios públicos e privados, a depender do tipo de vacina e da demanda. Questionado sobre a proposta de redução no valor destinado à compra de imunizantes, o Ministério da Saúde assegurou "que não faltarão recursos para a aquisição de vacinas" e destacou que o orçamento total da pasta será de R$ 134,8 bilhões. Esse montante é R$ 5,2 bilhões superior à proposta de 2019, o que, segundo o ministério, "demonstra, dentro de um projeto de austeridade fiscal, a prioridade para a área da saúde". O órgão declarou estar "ampliando as aquisições e recompondo os estoques com preços mais baixos dos que inicialmente estavam previstos", o que justificaria um orçamento mais baixo para 2020.


    A pasta citou o caso da vacina Meningocócica ACWY, cujo valor total da compra, após negociação, caiu de R$ 123 milhões para R$ 87 milhões, com aumento de doses adquiridas de 3,6 milhões para 4,5 milhões. O ministério não divulgou outros casos de aquisições de vacinas em que o preço inicial foi reduzido. No total, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) possui cerca de 30 tipos de vacinas ofertadas gratuitamente para a população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Nos últimos anos, o País registra uma queda nas taxas de cobertura vacinal, o que levou à ocorrência de um surto de sarampo com mais de 3 mil casos confirmados e levantou o alerta para o possível retorno de outras doenças controladas, como caxumba, difteria e coqueluche. O surto de sarampo, que afeta sobretudo os municípios paulistas, já tem feito com que algumas prefeituras registrem falta do imunizante.


    Fonte: O Estado de S.Paulo




    Projeto obriga indústria farmacêutica a alertar consumidor sobre produto proibido

    O Projeto de Lei 4165/19 determina que fabricantes ou importadores são responsáveis pela veiculação de publicidade destinada a alertar a população sobre a suspensão, pelo Ministério da Saúde, da fabricação e venda de seus produtos e sobre os riscos à saúde humana decorrentes da utilização ou manuseio desses produtos. Segundo publicou a Agência Câmara nesta terça-feira (17), o texto altera a Lei 6.360/76, que trata da vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos e saneantes, entre outros produtos.


    Conforme a proposta, a publicidade deverá ser feita no estado ou município onde o produto tiver sido vendido. Não sendo possível identificar estados e municípios, a publicidade deverá ser de âmbito nacional. “Nada mais justo que empresas que tenham a produção e venda de seus produtos suspensa pela Anvisa arquem com as despesas de para a divulgação dos riscos que esses produtos representam”, diz o deputado Roberto de Lucena (PODE-SP), ao reapresentar o Projeto de Lei 6810/17, do ex-deputado Flavinho. A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


    Fonte: Agencia Brasil



    Pesquisa mostra que limpeza em hospital não extermina bactérias

    Uma pesquisa feita no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (SP), da Universidade de São Paulo (USP), mostra que a limpeza regular das UTI's adulta e neonatal do hospital não são capazes de combater as bactérias presentes no local. Conforme publicou a Agência Brasil nesta terça-feira (17) o estudo foi publicado em 28 de agosto em artigo na revista especializada Frontiers in Public Health. Segundo a pesquisa, a limpeza das UTI's resultou em uma ligeira diminuição na diversidade dos micróbios. No entanto, vários gêneros de bactérias foram resistentes à desinfecção, o que sugere que elas estão bem-adaptadas ao ambiente.


    A limpeza regular é um protocolo que guia a higienização dos leitos da UTI e da área em torno, feita pelos enfermeiros. A limpeza inclui colchão, bombas de infusão e respirador e tem como objetivo reduzir os micróbios no ambiente e prevenir transmissões entre os pacientes. O procedimento de limpeza seguido pela equipe do hospital é padronizado e feito de acordo com diretrizes internacionais. “A maioria dos gêneros [de bactérias] encontrados em ambas as unidades [de UTI] está presente no micro biomahumano saudável, sugerindo que os vetores mais prováveis de contaminação são funcionários e pacientes do hospital”.


    A pesquisa aponta telefones celulares, computadores e prontuários, “ comumente usados, mas geralmente negligenciados”, como equipamentos que estão carregando os micróbios. “ É urgente o desenvolvimento de políticas robustas de vigilância microbiana para ajudar a orientar os procedimentos, melhorando o controle de infecções”, ressalta a conclusão do estudo. Segundo a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP), os resultados do estudo não permitem determinar se a quantidade de bactérias resistentes à limpeza regular é suficiente para que haja transmissão de doenças. A pesquisa foi feita a partir de uma parceria da Comissão de Controle de Infecções Hospitalares do HCFMRP com pesquisadores da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.


    Fonte: Agencia Brasil


    Cigarro eletrônico pode causar doenças; saiba mais

    Com a venda proibida no Brasil, a venda de cigarro eletrônico - ou vape - ocorre sem controle na internet e no comércio popular das grandes cidades do País. Comum na Europa e nos Estados Unidos, virou alvo de autoridades de saúde americanas após o registro de sete mortes que podem estar ligadas ao seu uso.


    O jornal O Estado de S.Paulo ouviu nesta quinta-feira (19), especialistas e mostra que esse tipo de cigarro também é prejudicial à saúde. É um dispositivo utilizado para fumar que funciona em forma de vaporização. O cartucho armazena nicotina líquida, água, aromatizantes e substâncias químicas como glicerina e propilenoglicol, que conduzem a nicotina até o pulmão do fumante. Muitos dispositivos permitem que a pessoa manuseie as substâncias. A nicotina líquida é misturada com óleos e solventes, que dissolvem e liberam as substâncias. Os solventes ou óleos são aquecidos, saem em forma de vapor e são aspirados pelo usuário. No fim da vaporização, sobram gotas de óleo, que inaladas provocam problemas respiratórios.


    Inicialmente, os pacientes apresentam sintomas semelhantes ao de pneumonia. São muitos os casos de asma, infecções nos pulmões com suspeita de elo com o dispositivo. Há ainda doenças cardíacas e câncer. O gosto agradável atrai a atenção de jovens. Misturados a outras substâncias, se tornam nocivos à saúde. O cigarro eletrônico pode emitir mais ou menos nicotina, dependendo do cartucho. Há uma quantidade imensa de modelos. O cigarro comum, ao queimar o tabaco, funciona por combustão. A quantidade de nicotina é controlada com base no número de cigarros que a pessoa fuma. Já o cigarro comum, ao queimar o tabaco, funciona por combustão. A quantidade de nicotina é controlada com base no número de cigarros que a pessoa fuma.


    O vapor se dispersa no ambiente e é prejudicial principalmente para quem está próximo do fumante. Outra preocupação é o descarte dos cartuchos. Além disso, a fumaça se concentra em paredes e estofados, por exemplo, permanecendo no ambiente. Outra preocupação que deve ser levada em consideração é o descarte dos cartuchos porque dentro deles não há substâncias inofensivas.


    Fonte: O Estado de S.Paulo



    Solenidade ABRAMEDE

    HOMENAGEM AOS MÉDICOS EMERGENCISTAS - Foi realizada na manhã de ontem (19), na Escola de Saúde Pública do Ceará, solenidade em comemoração à Semana Nacional da Medicina de Emergência. Se fizeram presentes residentes de medicina, profissionais da área de Medicina de Emergência, gestores do campo da saúde e a equipe da Associação Brasileira de Medicina de Emergência, representada pelo Dr Fred Arnaud.


    A programação, alusiva ao médico emergencista, contou com uma conferência ministrada por Dr Fred Arnaud e homenagem a 13 profissionais da área, em virtude do papel estratégico de assistência nas emergências dos hospitais, contribuindo para a recuperação dos pacientes que se encontram em estado grave.




    Sociedade Cearense de Pneumologia e Cirurgia Torácica, promove aula: Doenças Cardiovasculares e Apneia do Sono

    Com o intuito de promover discussões com troca de experiências e conhecimento, a Sociedade Cearense de Pneumologia e Cirurgia Torácica, promoveu na ultima quinta-feira (19), a aula: Doenças Cardiovasculares e Apneia do Sono.


    "Caríssimos, Nosso evento foi excelente, com intensa troca de conhecimento com a Cardiologia sobre os eventos cardíacos nos distúrbios do sono. O ambiente acolhedor e amistoso favoreceu as discussões. Agradeço a todos que compareceram e convoco os que não puderam participar a se fazerem presentes nos próximos!!!

    Abraços a todos!!"

    Doutor Ricardo Coelho, Presidente da Sociedade.


    Dr Ronaldo Tavora - Cardiologista

    Dr Ivan Guerra - Secretário Geral SCPCT

    Dra Lia Belchior - Vice Presidente da SCPCT

    Participantes da Sessão Clinica - Doenças Cardiovasculares e Apneia do Sono



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